Logística reversa é a área da logística que realiza o fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem, ou seja, o retorno desses itens ao fabricante. Aborda também a questão da recuperação de produtos ou parte deles, embalagens e outros, para um local seguro, com o menor risco ambiental possível. Os pricipais objetivos são: o retorno ou a recuperação de produtos, a redução do consumo de matérias-primas, a reciclagem, substituição e reutilização de materiais, a deposição de resíduos e a reparação de produtos.
Apenas a título de curiosidade. Minha câmera parou de funcionar e ainda está na garantia, então entrei em contato com o fabricante e a atendente enviou-me um e-mail com o código de postagem do produto. O título do e-mail dos Correios é, advinhem???? "CORREIOS Logística Reversa". Esse tema é uma realidade em constante crescimento e encaminha-se para em poucos anos ser requisito de compra do consumidor...
Como também área da logística, a logística reversa, trata dos aspectos de retorno dos produtos , embalagens ou materiais ao seu centro produtivo. Isto significa que as empresas são responsáveis por todo o ciclo de vida principalmente após seu destino de entrega ao cliente. Contribuindo assim, cada vez mais com a questão do impacto ambiental desse nosso mundo.
Atualmente muitas empresas ainda não identificam a Logística Reversa como uma ação socialmente responsável e que pode reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços prestados e melhorar assim a visão que a sociedade tem sobre a organização. A Logística Reversa, corresponde ao caminho inverso da logística, ou seja, inicia-se no ponto de consumo dos produtos sendo finalizada no ponto inicial (fábrica), tendo como principal objetivo o reaproveitamento e reciclagem de materiais, com a reutilização destes na cadeia de valor. Essa medida é muito importante para o meio ambiente, pois, reduz os impactos causados por eles.
Case: "Cigarros apreendidos são transformados em adubos no Município de Cristalina"
O resíduo resultante da trituração dos cigarros servirá de matéria-prima para a produção de adubo orgânico, que será destinado às hortas escolares e ao viveiro da garagem municipal. O evento contou com a participação dos diretores das escolas municipais e estaduais, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal de Cristalina.
A logística reversa é uma nova área da logística empresarial que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais após sua venda e consumo, às suas origens, agregando valor aos mesmos. Dentro do contexto econômico, ambiental e social, essa nova ferramenta vem contribuir de forma significativa para o reaproveitamento de produtos e materiais após seu uso, amenizando os prejuízos causados ao meio-ambiente pelo grande volume de bens fabricados pelos complexos produtivos. Diante da importância do tema e da carência de literatura sobre o assunto, o presente trabalho tem por objetivo destacar alguns conceitos básicos sobre logística reversa.
Estudo caso logistica verde AMBEV Nosso planejamento logístico busca a minimização do impacto das frotas de caminhões ao meio ambiente. Utilizamos a tecnologia para aumentar a eficiência do transporte de matérias-primas, insumos e produtos, reduzindo o consumo de óleo diesel e a emissão de CO2. Para diminuir o número de veículos circulando pelo país, a Ambev lançou o Programa de Compartilhamento da Frota. Caminhões que antes retornavam vazios, depois do abastecimento de fábricas, centros de distribuição e pontos de venda, passaram a transportar carregamentos de empresas parceiras. A frota da Ambev realiza, em média, 1,5 mil viagens compartilhadas por mês. O resultado do projeto-piloto foi a economia, somente pela Ambev, de 700 mil litros de óleo diesel, o que evitou a emissão de 1,8 toneladas de CO2 entre setembro de 2009 e fevereiro de 2010. O bom resultado da iniciativa levou a Ambev a decidir por implantar o transporte colaborativo em toda a sua cadeia, como parte do investimento em Logística Verde.
Hoje, a logística reversa tem virado “ moda “ entre as empresas, pelo motivo de cuidar do meio ambiente e gerar lucros e dar uma boa impressão da empresa do mercado. Umas das maneiras de declarar o que é logística reversa e o reaproveitamento do material e gerenciamento e operação de materiais após a venda, como em grades cidades como São Paulo, que tem a fabrica de compras de pneus usados, que é transformado em ruas, ou como em Paracatu, no caso das vassouras de garrafa pet.
Logística Verde e o Case do Wall Mart Os motores flex chegaram aos caminhões, como é o caso dos montados pela MAN. Na frota de veículos do Brasil 50% do total vendido anualmente é de motores flex. Claramente é uma opção do consumidor. Parte pela alternativa de eventualmente economizar no abastecimento, como também revela uma tendência de querer ajudar o meio ambiente. Na área de logística em termos de combustíveis há também a opção do biodiesel. Com um mercado garantido pelo governo, e com perspectivas internacionais, a produção cresce ano a ano e em breve pelo menos 10% do composto terá que ser de óleos vegetais. É uma perspectiva e tanto para o agronegócio brasileiro. Afinal, dizem que o Brasil incrivelmente é a maior economia verde do mundo. O Wall Mart foi uma das primeiras empresas do planeta a fazer o relatório anual de sustentabilidade. E sua relação com os fornecedores muitas vezes impõe códigos de conduta quanto ao meio ambiente. Recentemente fez um desafio a indústrias visando achar soluções para embalagens menos resistentes ao tempo. Isso levou marcas como Nestlé, Unilever e Procter & Gamble a pressionarem seus setores de desenvolvimento a usar componentes vegetais para plásticos e papelões. E agora o Wall Mart faz a opção para que uma boa parte de sua frota de veículos leves seja de motores flex. E implanta incentivos para transportadoras optantes pelo biodiesel e que tenham menos viagens com caminhões vazios. Essas e outras pautas dentro deste desafio fazem parte de evento que o Wall Mart organiza chamado “Fórum de Sustentabilidade em Transportes”. Ele acontece com a participação de fornecedores, operadores logísticos e de transportes, acadêmicos e consultores especializados. Visando apenas sua permanência comercial ao longo do tempo ? Visando ter a simpatia da comunidade e do mundo? Parece não ser a questão principal. Parece fazer a diferença são as escolhas cotidianas na forma de selecionar fornecedores e fazer suas práticas e sempre optar por aquelas cujo impacto pode fazer o mundo mais verde por mais tempo, ao menos. É a tendência, a logística verde.
Logística Reversa é um termo bastante geral. No sentido mais amplo, Logística Reversa significa o conjunto das operações relacionadas ao reuso de produtos e materiais. A gestão destas operações pode ser chamada de Gestão de Recuperação de Produtos (PRM - Product Recovery Management). PRM lida com o cuidado com os produtos e materiais depois do seu uso. Algumas destas atividades são, até certo ponto, similares às que ocorrem no caso de devoluções internas de itens defeituosos gerados por processos produtivos. No entanto, a Logística Reversa se refere a todas as atividades logísticas de recolher, desmontar e processar produtos usados, partes de produtos e/ou materiais para garantir uma recuperação sustentável (e benéfica ao meio ambiente).
Eu acha a logística reversa uma evolução no pensamento do ser humano, começa a rever as coisas de outra forma, coloca você para pensar de forma diferente usar a criatividade com aquilo que para muitos não tem mais utitlização, mas você vê uma outra coisa, cria uma imaginação que muitas vezes da certo. E além de ajudar o planeta que está muito poluido, pode gerar renda para muitas pessoas. O logistica reversa do pneu é muito interessante pois os pneus é um dos maiores vilões do planta em relação a poluição. Os pneus que antes eram jogados de qualquer forma, hoje ele mesmo cria os asfaltos por onde outros pneus iraõ rodar....
Em tempos em que o mundo empresarial e industrial volta sua atenção ao meio ambiente e à sustentabilidade, a logística reversa atua como aliada nesta tarefa, agregando valor à marca na medida em que ela se mostra mais responsável com o meio-ambiente. Desde processos produtivos mais adequados, transporte eficiente, logística reversa no pós-uso e reciclagem, chamamos de logística verde ao conjunto de operações logísticas que visam diminuir o impacto ambiental das atividades da empresa.
Como toda inovação, prospera quem chega na frete! Já existem empresas especializadas em Logística Reversa. Como é o caso da GM & C Logística, que no mercado desde 2002, se especializou neste segmento devido ao alto volume de produtos colocados no mercado que necessitam voltar ao fabricante ou ter sua destinação final ambientalmente correta. Para tanto, é necessário agir de acordo com as leis ambientais aplicáveis no Brasil e no transporte, manuseio, armazenamento, tratamento e destinação final desses resíduos. Vale a pena conferir! Acessem: http://www.gmcons.com.br
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25 abr/11 Desmanche, reciclagem e revenda de peças de aeronaves é a atividade que mais cresce na aviação mundial. por Felipe Ortiz em Logística Reversa Sustentável
Na Inglaterra, o que poderia ser considerado lixo, acabou virando fonte de lucro. Não é um aeroporto comum. Quando um avião pousa, é para nunca mais decolar. A 150 quilômetros de Londres, a antiga Base Aérea de Kemble, usada na Segunda Guerra Mundial, foi transformada no maior ferro-velho de aeronaves da Europa. Um lugar onde nada se perde, tudo se reaproveita: asas, bancos, turbinas, até a chamada caixa-preta – o gravador que registra as conversas dos pilotos e outras informações importantes. Peças que ainda têm o seu valor.
O desmanche, a reciclagem e a revenda de peças de aviões é a atividade que mais cresce na aviação mundial. Até porque, uma aeronave com 20 anos de voo já é considerada velha, principalmente nos países mais desenvolvidos. E o destino final da maioria é o desmanche. Só neste “ferro-velho” no interior da Inglaterra são desmontados, em média, 400 aviões por ano. E o lucro dos proprietários é maior. Em pedaços, um jumbo, por exemplo, pode render o triplo do que valeria se fosse vendido inteirinho.
Algumas companhias aéreas guardam as peças para usarem em outras aeronaves que permanecem voando. Mas a maior parte é colocada à venda ou disponibilizada em uma espécie de mercado de troca. Um negócio que movimenta o equivalente a R$ 3 bilhões por ano.
O dono do ”ferro-velho” aéreo conta que tem clientes em todo o mundo, inclusive no Brasil. Ele explica que somente são reaproveitadas peças que passam pelo rigoroso controle de qualidade da Agência de Aviação Britânica. O que sobra, principalmente plástico e alumínio, é derretido para ser reaproveitado pela própria indústria aeronáutica.
Velhos aviões costumavam voar até serem abandonados em um cemitério de aeronaves qualquer ou, lamentavelmente, até caírem. Os desmanches mudaram o fim de muitas histórias de aviador.
Preocupadas com as questões ambientais, as empresas estão cada vez mais acompanhando o ciclo de vida de seus produtos. Isto se torna cada vez mais claro quando observamos o crescimento do número de empresas que trabalham com a reciclagem de materiais. Existe um projeto chamado Replaneta,que consiste em coletas de latas de alumínio e garrafas PET, para posterior reciclagem, e que tem como base de sustentação para o sucesso do negócio a automação e uma eficiente operação de logística reversa (MALINVERNI, 2002). As novas regulamentações ambientais, vem obrigando a logística a operar em seus cálculos os “custos e benefícios externos”, e em função disto, entende-se que a logística reversa verde pode ser vista como um novo paradigma do setor. De acordo com ALCOFRADO (2002), a logística verde ou ecológica age em conjunto com a logística reversa, no sentido de minimizar os impactos ambientais, não só de resíduos na esfera da produção e do pós-consumo, mas de todos os impactos ao longo do ciclo. Fonte: http://www.fontesdosaber.com/admintracao/logistica-reversa.html
NOTÍCIAS Logística reversa de embalagens da Casas Bahia arrecada mais de 100 toneladas de materiais por mês Rede dá destino correto e responsável às embalagens descartadas pelos clientes quando da entrega de produtos em domicílio
São Caetano do Sul, junho de 2010 – Há dois anos a Casas Bahia dava início ao seu programa de reciclagem e conscientização ambiental, o Amigos do Planeta. Entre as ações desenvolvidas, está a logística reversa de embalagens – que retira e dá destino correto a materiais como isopor, plástico e papelão que embalam as mercadorias entregues na casa dos clientes. Em 2008, a logística reversa representava 5% do volume total de materiais recicláveis processados na Central de Triagem (C.T) construída pela rede no seu depósito de Jundiaí, interior de São Paulo. Hoje, 24 meses depois, esse processo já representa 50% do volume de isopor, plástico e papelão recolhidos pela empresa, o que equivale a mais de 100 toneladas por mês. Além de prestar um serviço ao consumidor, destinando corretamente as embalagens, a rede contribui diretamente com o meio ambiente. A logística reversa abrange todo o Estado de São Paulo e até o ano que vem estará sistematizada nos demais estados onde a Casas Bahia atua, a começar pelo Rio de Janeiro. Em dois anos, o Amigos do Planeta já encaminhou mais de 20 mil toneladas de materiais para reciclagem (provenientes da logística reversa e da coleta seletiva de lixo realizada em mais de 100 lojas, prédios administrativos e principal Centro de Distribuição). Este volume representa uma economia de mais de 27 mil m3 de área nos aterros sanitários de São Paulo. O projeto engaja os mais de 58 mil colaboradores da rede no conceito dos 3R´s (redução, reutilização e reciclagem) e os fomenta para que atuem como multiplicadores nas suas respectivas comunidades. Nas lojas os clientes também podem colaborar: a Casas Bahia implantou caça-pilhas e baterias em todas as filiais da cidade de São Paulo, à exceção dos shopping centers, onde a coleta seletiva segue a legislação Municipal em vigor. Recolhidos, estes materiais são enviados para descontaminação e reciclagem.
Fonte: Assessoria de Imprensa
A logística reversa devia ser uma modalidade de logística adotada por todas as empresas. As empresas que ainda não utilizam a logística reversa deviam se conscientizar e seguir o exemplo de empresas como as Casas Bahia que demonstra claramente em sua iniciativa que não está preocupada somente com a venda e lucro mas também com o pós venda e o meio ambiente , ao se preocupar com o consumidor e prestar um serviço de destinação das embalagens e ao dar uma destinação correta as mesmas.
Logística Reversa é o processo logístico de retirar produtos novos ou usados de seu ponto inicial na cadeia de suprimento, como devoluções de clientes, inventório excedente ou mercadoria obsoleta, e redistribuí-los usando regras de gerenciamento dos materiais que maximizem o valor dos itens no final de sua vida útil original. Tradicionalmente, empresas de manufatura não se sentiam responsáveis por seus produtos depois do uso pelos clientes. A maior parte dos produtos usados eram jogados fora com consideráveis danos ao ambiente. Com a lei 12.305 de 12 de agosto de 2010, as empresas são obrigados a se preocuparem com o destino final de produtos que são nocivos a saúde humana, como por exemplo pilhas, baterias, embalagens de agrotóxico, pneus, reduzindo assim o lixo e aumentado a vida útil dos aterros sanitários.
A Logística Reversa atua de forma que sejam reaproveitados os materiais já utilizados, tais como embalagens e materiais que possam ser reaproveitados, evitando que ocorram danos ao meio ambiente. A empresa que utiliza a logística reversa é responsável sócio-ambientalmente. Em Paracatu a Logística Verde está em foco e em expansão. A Prefeitura Municipal juntamente com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente atuam para diminuir os impactos na natureza causados pelo excesso de consumo e pela falta de consciência da população e das empresas.
A Logística reversa é sem dúvida um trabalho de grande importância para o mundo e que ainda terá uma ampla expansão.
COMITÊ DEFINE CRITÉRIOS DE LOGÍSTICA REVERSA Divulgação O Comitê Orientador da Logística Reversa, órgão da Política Nacional de Resíduos Sólidos, tomou posse no dia 17 de fevereiro. O grupo tem até junho para apresentar critérios de aprovação para estudos de viabilidade técnica e econômica da logística reversa e a forma de realização de consulta pública relativa às propostas de implementação desses sistemas. As duas primeiras atividades respondem diretamente ao principal objetivo do comitê, que e estabelecer normas e prazos para regular a coleta dos materiais recicláveis pelos fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores, após o descarte do consumidor final. A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi regulamentada em dezembro de 2010 e tem a logística reversa como um dos pontos fundamentais para sucesso da gestão de resíduos no país. O comitê encoraja diversos setores a encaminharem propostas de logística reversa desde já. A Associação Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro foi primeira instituição a encaminhar projeto. A PNRS estabelece que todos lixões do país devem ser fechados até 2 de agosto de 2014 e apenas resíduos que não podem ser reciclados serão enviados a aterros sanitários, onde serão estocados de forma adequada. Municípios com mais de 200 mil habitantes têm até 2 de agosto de 2012 para apresentar planos de gestão de resíduos, incluindo implementação dos aterros. O Brasil gasta R$ 8 bilhões anualmente por não reciclar resíduos gerados, segundo dados do MMA. (Envolverde/Akatu)
Logística reversa é a área da logística que realiza o fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem, ou seja, o retorno desses itens ao fabricante. Aborda também a questão da recuperação de produtos ou parte deles, embalagens e outros, para um local seguro, com o menor risco ambiental possível. Os pricipais objetivos são: o retorno ou a recuperação de produtos, a redução do consumo de matérias-primas, a reciclagem, substituição e reutilização de materiais, a deposição de resíduos e a reparação de produtos.
ResponderExcluirApenas a título de curiosidade. Minha câmera parou de funcionar e ainda está na garantia, então entrei em contato com o fabricante e a atendente enviou-me um e-mail com o código de postagem do produto. O título do e-mail dos Correios é, advinhem????
ResponderExcluir"CORREIOS Logística Reversa". Esse tema é uma realidade em constante crescimento e encaminha-se para em poucos anos ser requisito de compra do consumidor...
Como também área da logística, a logística reversa, trata dos aspectos de retorno dos produtos , embalagens ou materiais ao seu centro produtivo.
ResponderExcluirIsto significa que as empresas são responsáveis por todo o ciclo de vida principalmente após seu destino de entrega ao cliente. Contribuindo assim, cada vez mais com a questão do impacto ambiental desse nosso mundo.
Atualmente muitas empresas ainda não identificam a Logística Reversa como uma ação socialmente responsável e que pode reduzir custos e melhorar a qualidade dos serviços prestados e melhorar assim a visão que a sociedade tem sobre a organização. A Logística Reversa, corresponde ao caminho inverso da logística, ou seja, inicia-se no ponto de consumo dos produtos sendo finalizada no ponto inicial (fábrica), tendo como principal objetivo o reaproveitamento e reciclagem de materiais, com a reutilização destes na cadeia de valor. Essa medida é muito importante para o meio ambiente, pois, reduz os impactos causados por eles.
ResponderExcluirCase: "Cigarros apreendidos são transformados em adubos no Município de Cristalina"
ResponderExcluirO resíduo resultante da trituração dos cigarros servirá de matéria-prima para a produção de adubo orgânico, que será destinado às hortas escolares e ao viveiro da garagem municipal. O evento contou com a participação dos diretores das escolas municipais e estaduais, Polícia Rodoviária Federal e Guarda Municipal de Cristalina.
Rangel Ramos:
ResponderExcluirA logística reversa é uma nova área da logística empresarial que atua de forma a gerenciar e operacionalizar o retorno de bens e materiais após sua venda e consumo, às suas origens, agregando valor aos mesmos. Dentro do contexto econômico, ambiental e social, essa nova ferramenta vem contribuir de forma significativa para o reaproveitamento de produtos e materiais após seu uso, amenizando os prejuízos causados ao meio-ambiente pelo grande volume de bens fabricados pelos complexos produtivos. Diante da importância do tema e da carência de literatura sobre o assunto, o presente trabalho tem por objetivo destacar alguns conceitos básicos sobre logística reversa.
Estudo caso logistica verde AMBEV
ResponderExcluirNosso planejamento logístico busca a minimização do impacto das frotas de caminhões ao meio ambiente. Utilizamos a tecnologia para aumentar a eficiência do transporte de matérias-primas, insumos e produtos, reduzindo o consumo de óleo diesel e a emissão de CO2.
Para diminuir o número de veículos circulando pelo país, a Ambev lançou o Programa de Compartilhamento da Frota. Caminhões que antes retornavam vazios, depois do abastecimento de fábricas, centros de distribuição e pontos de venda, passaram a transportar carregamentos de empresas parceiras.
A frota da Ambev realiza, em média, 1,5 mil viagens compartilhadas por mês. O resultado do projeto-piloto foi a economia, somente pela Ambev, de 700 mil litros de óleo diesel, o que evitou a emissão de 1,8 toneladas de CO2 entre setembro de 2009 e fevereiro de 2010.
O bom resultado da iniciativa levou a Ambev a decidir por implantar o transporte colaborativo em toda a sua cadeia, como parte do investimento em Logística Verde.
Hoje, a logística reversa tem virado “ moda “ entre as empresas, pelo motivo de cuidar do meio ambiente e gerar lucros e dar uma boa impressão da empresa do mercado.
ResponderExcluirUmas das maneiras de declarar o que é logística reversa e o reaproveitamento do material e gerenciamento e operação de materiais após a venda, como em grades cidades como São Paulo, que tem a fabrica de compras de pneus usados, que é transformado em ruas, ou como em Paracatu, no caso das vassouras de garrafa pet.
Logística Verde e o Case do Wall Mart
ResponderExcluirOs motores flex chegaram aos caminhões, como é o caso dos montados pela MAN. Na frota de veículos do Brasil 50% do total vendido anualmente é de motores flex. Claramente é uma opção do consumidor. Parte pela alternativa de eventualmente economizar no abastecimento, como também revela uma tendência de querer ajudar o meio ambiente.
Na área de logística em termos de combustíveis há também a opção do biodiesel. Com um mercado garantido pelo governo, e com perspectivas internacionais, a produção cresce ano a ano e em breve pelo menos 10% do composto terá que ser de óleos vegetais. É uma perspectiva e tanto para o agronegócio brasileiro. Afinal, dizem que o Brasil incrivelmente é a maior economia verde do mundo.
O Wall Mart foi uma das primeiras empresas do planeta a fazer o relatório anual de sustentabilidade. E sua relação com os fornecedores muitas vezes impõe códigos de conduta quanto ao meio ambiente. Recentemente fez um desafio a indústrias visando achar soluções para embalagens menos resistentes ao tempo. Isso levou marcas como Nestlé, Unilever e
Procter & Gamble a pressionarem seus setores de desenvolvimento a usar componentes vegetais para plásticos e papelões.
E agora o Wall Mart faz a opção para que uma boa parte de sua frota de veículos leves seja de motores flex. E implanta incentivos para transportadoras optantes pelo biodiesel e que tenham menos viagens com caminhões vazios. Essas e outras pautas dentro deste desafio fazem parte de evento que o Wall Mart organiza chamado “Fórum de Sustentabilidade em Transportes”. Ele acontece com a participação de fornecedores, operadores logísticos e de transportes, acadêmicos e consultores especializados.
Visando apenas sua permanência comercial ao longo do tempo ? Visando ter a simpatia da comunidade e do mundo? Parece não ser a questão principal. Parece fazer a diferença são as escolhas cotidianas na forma de selecionar fornecedores e fazer suas práticas e sempre optar por aquelas cujo impacto pode fazer o mundo mais verde por mais tempo, ao menos.
É a tendência, a logística verde.
Logística Reversa é um termo bastante geral. No sentido mais amplo, Logística Reversa significa o conjunto das operações relacionadas ao reuso de produtos e materiais. A gestão destas operações pode ser chamada de Gestão de Recuperação de Produtos (PRM - Product Recovery Management). PRM lida com o cuidado com os produtos e materiais depois do seu uso. Algumas destas atividades são, até certo ponto, similares às que ocorrem no caso de devoluções internas de itens defeituosos gerados por processos produtivos. No entanto, a Logística Reversa se refere a todas as atividades logísticas de recolher, desmontar e processar produtos usados, partes de produtos e/ou materiais para garantir uma recuperação sustentável (e benéfica ao meio ambiente).
ResponderExcluirEu acha a logística reversa uma evolução no pensamento do ser humano, começa a rever as coisas de outra forma, coloca você para pensar de forma diferente usar a criatividade com aquilo que para muitos não tem mais utitlização, mas você vê uma outra coisa, cria uma imaginação que muitas vezes da certo.
ResponderExcluirE além de ajudar o planeta que está muito poluido, pode gerar renda para muitas pessoas.
O logistica reversa do pneu é muito interessante pois os pneus é um dos maiores vilões do planta em relação a poluição.
Os pneus que antes eram jogados de qualquer forma, hoje ele mesmo cria os asfaltos por onde outros pneus iraõ rodar....
Em tempos em que o mundo empresarial e industrial volta sua atenção ao meio ambiente e à sustentabilidade, a logística reversa atua como aliada nesta tarefa, agregando valor à marca na medida em que ela se mostra mais responsável com o meio-ambiente. Desde processos produtivos mais adequados, transporte eficiente, logística reversa no pós-uso e reciclagem, chamamos de logística verde ao conjunto de operações logísticas que visam diminuir o impacto ambiental das atividades da empresa.
ResponderExcluirFonte: http://www.logisticadescomplicada.com/logistica-reversa-verde/
Como toda inovação, prospera quem chega na frete! Já existem empresas especializadas em Logística Reversa. Como é o caso da GM & C Logística, que no mercado desde 2002, se especializou neste segmento devido ao alto volume de produtos colocados no mercado que necessitam voltar ao fabricante ou ter sua destinação final ambientalmente correta. Para tanto, é necessário agir de acordo com as leis ambientais aplicáveis no Brasil e no transporte, manuseio, armazenamento, tratamento e destinação final desses resíduos. Vale a pena conferir! Acessem: http://www.gmcons.com.br
ResponderExcluirRevertendo em soluções
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25
abr/11
Desmanche, reciclagem e revenda de peças de aeronaves é a atividade que mais cresce na aviação mundial.
por Felipe Ortiz em Logística Reversa Sustentável
Na Inglaterra, o que poderia ser considerado lixo, acabou virando fonte de lucro. Não é um aeroporto comum. Quando um avião pousa, é para nunca mais decolar. A 150 quilômetros de Londres, a antiga Base Aérea de Kemble, usada na Segunda Guerra Mundial, foi transformada no maior ferro-velho de aeronaves da Europa. Um lugar onde nada se perde, tudo se reaproveita: asas, bancos, turbinas, até a chamada caixa-preta – o gravador que registra as conversas dos pilotos e outras informações importantes. Peças que ainda têm o seu valor.
O desmanche, a reciclagem e a revenda de peças de aviões é a atividade que mais cresce na aviação mundial. Até porque, uma aeronave com 20 anos de voo já é considerada velha, principalmente nos países mais desenvolvidos. E o destino final da maioria é o desmanche. Só neste “ferro-velho” no interior da Inglaterra são desmontados, em média, 400 aviões por ano. E o lucro dos proprietários é maior. Em pedaços, um jumbo, por exemplo, pode render o triplo do que valeria se fosse vendido inteirinho.
Algumas companhias aéreas guardam as peças para usarem em outras aeronaves que permanecem voando. Mas a maior parte é colocada à venda ou disponibilizada em uma espécie de mercado de troca. Um negócio que movimenta o equivalente a R$ 3 bilhões por ano.
O dono do ”ferro-velho” aéreo conta que tem clientes em todo o mundo, inclusive no Brasil. Ele explica que somente são reaproveitadas peças que passam pelo rigoroso controle de qualidade da Agência de Aviação Britânica. O que sobra, principalmente plástico e alumínio, é derretido para ser reaproveitado pela própria indústria aeronáutica.
Velhos aviões costumavam voar até serem abandonados em um cemitério de aeronaves qualquer ou, lamentavelmente, até caírem. Os desmanches mudaram o fim de muitas histórias de aviador.
Fonte: Jornal Nacional – Rede Globo de Televisão
Preocupadas com as questões ambientais, as empresas estão cada vez mais acompanhando o ciclo de vida de seus produtos. Isto se torna cada vez mais claro quando observamos o crescimento do número de empresas que trabalham com a reciclagem de materiais.
ResponderExcluirExiste um projeto chamado Replaneta,que consiste em coletas de latas de alumínio e garrafas PET, para posterior reciclagem, e que tem como base de sustentação para o sucesso do negócio a automação e uma eficiente operação de logística reversa (MALINVERNI, 2002).
As novas regulamentações ambientais, vem obrigando a logística a operar em seus cálculos os “custos e benefícios externos”, e em função disto, entende-se que a logística reversa verde pode ser vista como um novo paradigma do setor. De acordo com ALCOFRADO (2002), a logística verde ou ecológica age em conjunto com a logística reversa, no sentido de minimizar os impactos ambientais, não só de resíduos na esfera da produção e do pós-consumo, mas de todos os impactos ao longo do ciclo.
Fonte: http://www.fontesdosaber.com/admintracao/logistica-reversa.html
NOTÍCIAS
ResponderExcluirLogística reversa de embalagens da Casas Bahia arrecada mais de 100 toneladas de materiais por mês
Rede dá destino correto e responsável às embalagens descartadas pelos clientes quando da entrega de produtos em domicílio
São Caetano do Sul, junho de 2010 – Há dois anos a Casas Bahia dava início ao seu programa de reciclagem e conscientização ambiental, o Amigos do Planeta. Entre as ações desenvolvidas, está a logística reversa de embalagens – que retira e dá destino correto a materiais como isopor, plástico e papelão que embalam as mercadorias entregues na casa dos clientes. Em 2008, a logística reversa representava 5% do volume total de materiais recicláveis processados na Central de Triagem (C.T) construída pela rede no seu depósito de Jundiaí, interior de São Paulo. Hoje, 24 meses depois, esse processo já representa 50% do volume de isopor, plástico e papelão recolhidos pela empresa, o que equivale a mais de 100 toneladas por mês.
Além de prestar um serviço ao consumidor, destinando corretamente as embalagens, a rede contribui diretamente com o meio ambiente. A logística reversa abrange todo o Estado de São Paulo e até o ano que vem estará sistematizada nos demais estados onde a Casas Bahia atua, a começar pelo Rio de Janeiro.
Em dois anos, o Amigos do Planeta já encaminhou mais de 20 mil toneladas de materiais para reciclagem (provenientes da logística reversa e da coleta seletiva de lixo realizada em mais de 100 lojas, prédios administrativos e principal Centro de Distribuição). Este volume representa uma economia de mais de 27 mil m3 de área nos aterros sanitários de São Paulo. O projeto engaja os mais de 58 mil colaboradores da rede no conceito dos 3R´s (redução, reutilização e reciclagem) e os fomenta para que atuem como multiplicadores nas suas respectivas comunidades. Nas lojas os clientes também podem colaborar: a Casas Bahia implantou caça-pilhas e baterias em todas as filiais da cidade de São Paulo, à exceção dos shopping centers, onde a coleta seletiva segue a legislação Municipal em vigor. Recolhidos, estes materiais são enviados para descontaminação e reciclagem.
Fonte: Assessoria de Imprensa
A logística reversa devia ser uma modalidade de logística adotada por todas as empresas. As empresas que ainda não utilizam a logística reversa deviam se conscientizar e seguir o exemplo de empresas como as Casas Bahia que demonstra claramente em sua iniciativa que não está preocupada somente com a venda e lucro mas também com o pós venda e o meio ambiente , ao se preocupar com o consumidor e prestar um serviço de destinação das embalagens e ao dar uma destinação correta as mesmas.
Lucilia Ferreira
Logística Reversa é o processo logístico de retirar produtos novos ou usados de seu ponto inicial na cadeia de suprimento, como devoluções de clientes, inventório excedente ou mercadoria obsoleta, e redistribuí-los usando regras de gerenciamento dos materiais que maximizem o valor dos itens no final de sua vida útil original.
ResponderExcluirTradicionalmente, empresas de manufatura não se sentiam responsáveis por seus produtos depois do uso pelos clientes. A maior parte dos produtos usados eram jogados fora com consideráveis danos ao ambiente.
Com a lei 12.305 de 12 de agosto de 2010, as empresas são obrigados a se preocuparem com o destino final de produtos que são nocivos a saúde humana, como por exemplo pilhas, baterias, embalagens de agrotóxico, pneus, reduzindo assim o lixo e aumentado a vida útil dos aterros sanitários.
A Logística Reversa atua de forma que sejam reaproveitados os materiais já utilizados, tais como embalagens e materiais que possam ser reaproveitados, evitando que ocorram danos ao meio ambiente.
ResponderExcluirA empresa que utiliza a logística reversa é responsável sócio-ambientalmente.
Em Paracatu a Logística Verde está em foco e em expansão. A Prefeitura Municipal juntamente com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente atuam para diminuir os impactos na natureza causados pelo excesso de consumo e pela falta de consciência da população e das empresas.
A Logística reversa é sem dúvida um trabalho de grande importância para o mundo e que ainda terá uma ampla expansão.
SOLANGE DIZ:
ResponderExcluirCOMITÊ DEFINE CRITÉRIOS DE LOGÍSTICA REVERSA
Divulgação
O Comitê Orientador da Logística Reversa, órgão da Política Nacional de Resíduos Sólidos, tomou posse no dia 17 de fevereiro. O grupo tem até junho para apresentar critérios de aprovação para estudos de viabilidade técnica e econômica da logística reversa e a forma de realização de consulta pública relativa às propostas de implementação desses sistemas.
As duas primeiras atividades respondem diretamente ao principal objetivo do comitê, que e estabelecer normas e prazos para regular a coleta dos materiais recicláveis pelos fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores, após o descarte do consumidor final.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi regulamentada em dezembro de 2010 e tem a logística reversa como um dos pontos fundamentais para sucesso da gestão de resíduos no país.
O comitê encoraja diversos setores a encaminharem propostas de logística reversa desde já. A Associação Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro foi primeira instituição a encaminhar projeto.
A PNRS estabelece que todos lixões do país devem ser fechados até 2 de agosto de 2014 e apenas resíduos que não podem ser reciclados serão enviados a aterros sanitários, onde serão estocados de forma adequada. Municípios com mais de 200 mil habitantes têm até 2 de agosto de 2012 para apresentar planos de gestão de resíduos, incluindo implementação dos aterros. O Brasil gasta R$ 8 bilhões anualmente por não reciclar resíduos gerados, segundo dados do MMA. (Envolverde/Akatu)