quinta-feira, 26 de maio de 2011

Crise de importação e exportação entre Brasil e Argentina

A primeira publicação será sobre a crise entre Brasil e Argentina (Exportação e Importação), podem comentar sobre qualquer fato que tenha saido nos últimos dias.

19 comentários:

  1. A crise começou quando Dilma Rousseff endureceu as normas para a entrada de cerca de 3.000 veículos argentinos, aplicando nestes, sistema de licenças não-automáticas, depois de ter pedido em vão que os argentinos retirassem as barreiras às vendas de autopeças, calçados e eletrodomésticos, entre outros.
    Como a indústria automotora é uma das locomotivas do crescimento da economia argentina, a medida atingiu seu ponto fraco. Além disso, 80% das exportações de veículos eram destinadas ao Brasil, registrando uma receita em 2010 de 7 bilhões de dólares, incluindo as autopeças.
    Fonte: Uol Economia

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  2. Hassan:

    Um país que está atrasado do jeito que está em relação aos demais países por seu execesso de burocratização não se pode dar ao luxo de burocratizar mais ainda as importações e exportações mesmo que os motivos sejam suficientes outras medidas poderiam ter sido pensadas e em hipotese alguma se falar em valores e mais impostos...

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  3. Sandra:

    "Com o novo processo, o fabricante de automóveis terá de pedir uma licença prévia para a liberação de guias de importação para entrar no mercado nacional."

    Mais documentação? O Brasil precisa investir pesado em seu setor de fabrica e incentivar as grandes industrias automobilisticas a depender menos de outros paises para a fabricação de seus veiculos uma idéia seria um incentivo fiscal de qualidade para o mercado interno.

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  4. Arina:
    considerando que o valor entre os dois paises de importações e exportações ultrapassa os 30 bilhões, essa medidade teria que ter sido comunicada com antecedencia ao país que se sente prejudicado com a medida e então discutir o que pode ser definido para estabilizar a situação da balança que se encontra em deficit.

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  5. Eliana: é incrivel como a argentina ainda pode pensar em protecionismo, estamos na era da expansão e fusão de gigantes industrias buscando cada dia mais a maior fatia do seu mercado.

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  6. Rangel Ramos:

    É interessante a situação!
    Os dois maiores representantes do bloco econômico MERCOSUL, em um conflito que retarda o desempenho das exportações e importações de ambos os países.
    Para a Argentina é visível que a situação tem maior impacto negativo, que para o Brasil. Enquanto a flexibilidade não for utilizada nas transações será impossível realizar qualquer acordo. Cabe primeiramente à Argentina a responsabilidade de respeitar o período de liberação dos produtos brasileiros, para que como resposta possa o Brasil também honrar esse compromisso.

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. No dia 17/05 o Jornal da Globo mostrou uma reportagem feita na cidade de Uruguaiana - RS, onde quatro mil agricultores impediram a passagem na ponte que ligam os dois países. Com esse protesto os produtores reivindicavam a criação de barreiras comerciais para impedir a entrada de arroz importado, mais barato do que o produzido no Brasil. A medida citada neste blog pela Daiane sobre os automóveis foi uma decisão tomada pelo país para rebater o que a Argentina fez, onde criou-se embargos de produtos brasileiros como um pedido de certificado de circulação. Uma fábrica brasileira que produz balas deixou de vender 250 toneladas do produto, acarretando assim prejuízo. Algumas empresas de máquinas agrícolas até pensam em mudar para o outro lado da fronteira devido a essas barreiras comerciais, já que a maior parte de seus clientes são argentinos.
    Renata Lima

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  9. Elcimara Silveira

    O conflito do Brasil com a Argentina gerou-se devido as novas regras de importações de veículos para o Brasil. Agora os países precisam de uma licença previa para a liberação da guia de importação, processo este que pode levar até 60 dias, o que está causando grandes conflitos, pois era um processo que era feito automaticamente. Apesar de valer para todos os paises fornecedores do produto e medida é uma clara resposta do governo argentino, que tem dificultado a entrada de produtos brasileiros em seu mercado. Quase 40% das exportações argentinas ao Brasil são do setor automotivo.

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  10. Eraldo,
    Bem,em fevereiro a Argentina restringiu a entrada de mais de 200 produtos, trazendo um prejuizo de mais de 2,5 milhoes, e agora o Brasil restringe a entrada dos automoveis, no Brasil, acho que não vai durar muito,pois o Brasil, é o principal importador dos automoveis argentinos.

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  11. ÊTA Governo...
    Ainda nega a crise comercial com a Argentina...
    "O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, negou nesta terça-feira (17) que as relações entre Brasil e Argentina tenham entrado em crise devido à suspensão das licenças automáticas para importação de automóveis e autopeças. Segundo ele, o diálogo com o governo argentino é freqüente e constante e que "problemas existem" quando há um elevado volume comercial envolvido.
    “Nunca nós interrompemos o diálogo com a Argentina, ao contrário, temos excelentes relações e queremos resolver os problemas”, afirmou Pimentel."

    A Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, depois da China e dos Estados Unidos. Segundo dados de 2010, o volume do comércio bilateral é US$ 33 bilhões.

    No último dia 12, Pimentel anunciou a suspensão das licenças automáticas para a venda de automóveis e autopeças. Com isso, o processo de entrada de produtos argentinos no Brasil fica mais lento e pode demorar até 60 dias para ser concluído. A restrição não é apenas para produtos argentinos, inclui também veículos e peças do México e da Coréia do Sul.

    Há mais de um ano, os empresários brasileiros reclamam que a Argentina cria dificuldades para o desembaraço de mercadorias brasileiras. Em meio ao impasse, caminhões brasileiros aguardam a decisão política para conseguir passar pela fronteira do Brasil com a Argentina.

    E ainda dizem que não existe crise...

    Fonte:
    http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2011/05/17/governo-nega-crise-comercial-com-a-argentina

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  12. A imposição brasileira de licenças não automáticas para a importação de automóveis será o tema central das discussões, já que afeta 50% do comércio da Argentina com o Brasil.
    Mas essa decisão brasileira foi apenas o pretexto para forçar a Argentina a negociar o relaxamento de barreiras que afetam um quarto da pauta exportadora do Brasil para o mercado do sócio no Mercosul.
    O secretário executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior também vai cobrar da Argentina solução para os casos de alimentos, que não necessitam de licenças de importação, mas são barrados por falta de certificado sanitário de circulação interna; de eletrodomésticos, que obtiveram as licenças de importação, mas estão retidos na aduana; e de tratores e máquinas agrícolas, que não conseguem obter licenças desde janeiro. A Argentina, por sua vez, vai cobrar do Brasil resolução de problemas que impedem ou dificultam o acesso de dez produtos argentinos ao mercado brasileiro.
    Bruno A. Samara

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  13. Débora Silva Santos1 de junho de 2011 às 17:06

    O conflito iniciou em maio após o Brasil ter restringido as importações de veiculos por causa da cobrança absurda de imopostos pela Argentina e pelos produtos brasileiros presos nos portos que chegavam até 8 meses para ser liberados. E também os gauchos bloquearam as pontes que faz fronteiras com a Argentina pois eles estavam vendendo arroz mais barato que no brasil.


    Débora Santos

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  14. Em Buenos Aires, os secretários executivos dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da Argentina, Eduardo Bianchi, e do Brasil, Alessandro Teixeira, sinalizaram que nesta terça-feira (24) pode ser fechado uma acordo para o fim da crise que envolve os dois paises e liberando a importação de veiculos
    José de Souza

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  15. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, negou que existe crise entre o Brasil e a Argentina pelo motivo da suspensão de licenças para importação de automóveis e autopeças.
    O Ministro disse que não existe crise, apenas há um numero elevado de comercio, e não existe nenhuma crise, sendo que a Argentina é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, depois da China e dos Estados Unidos. O volume do comércio bilateral é de US$ 33 bilhões, segundo dados de 2010.

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  16. Segundo Fernando Pimentel ministro do Desenvolvimento e Comércio Exterior, não existe essa história de que, as relações entre Brasil e Argentina entraram em crise devido à suspensão das licenças para importação de automóveis e autopeças, pelo contrário ele disse que, o diálogo com o governo argentino acontece de forma freqüente e constante.
    Pimentel ainda afirma: “Nunca nós interrompemos o diálogo com a Argentina, ao contrário, temos excelentes relações e queremos resolver os problemas”.
    Logo após, Pimentel informou a suspensão das licenças para venda de automóveis e autopeças, com isso a entrada de produtos argentinos no Brasil ficou mais lenta.
    Fonte: Agência Brasil

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  17. O ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorin aposta no diálogo para superar os impasses entre Brasil e Argentina. Segundo ele "não existe vilão nesta história, as coisas tem que ser olhadas sob a perspectiva dos dois países."
    È claro que com diálogo se resolve tudo, a imprensa tem a última palavra e gosta de especular e fazer tempestade em copo dágua fazendo a gente acreditar em coisas que ainda nao aconteceram.
    A Argentina deve adaptar a nova realidade, tem que ter uma indústria mais competitiva e não somente proteger seu mercado interno, más o Brasil tambem nao pode entrar em uma guerra comercial com o seu maior superavit, é preciso ter uma política de compreensão e diálogo.

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  18. No dia 24/05 Brasil e Argentina chegaram a um acordo para liberar os carros presos na fronteira entre Brasil e Uruguai. As negociações parecem clarear o impasse criado entre os dois países para a importação e exportação de produtos. O conflito começou há duas semanas, quando o Brasil cancelou as licenças automáticas para importação de diversos produtos de vários países, incluindo a Argentina.

    A liberação das unidades retidas na aduana uruguaia ainda não é a solução definitiva, mas representa um passo adiante para solucionar o problema. Os secretários nacionais de indústria de Argentina e Brasil, Eduardo Bianchi e Alessandro Teixeira respectivamente, concordaram em abrir as fronteiras para ao menos as unidades já em trânsito.

    A indústria automobilística argentina exporta 50% de sua produção para o Brasil, o que dá a dimensão do problema. Fabricantes instaladas em ambos os países já começavam a temer desabastecimento e atrasos nas entregas devido à barreira imposta.

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  19. O que gerou a crise entre o Brasil e a Argentina foi as novas regras impostas pelo Brasil para a importação de automóveis.
    As novas regras exige uma licença prévia para a liberação de uma guia de importação, processo que pode levar até 60 dias, antes isso era feito automáticamente. Esta regra vale para todos os países fornecedores do produto ao Brasil.
    Mesmo o Ministro do Desenvolvimento da Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, afirmando que não se trata de uma retaliação às barreiras impostas pela Argentina a produtos brasileiros, a medida deixa uma clara resposta ao governo Argentino que tem dificultado a entrada de produtos brasileiros em seu mercado.
    Fonte: www.gazetadopovo.com.br

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